• domingo , 21 outubro 2018

O imaginário, a sensibilidade e a presença no trânsito entre realidades.

Fernanda Carlos Borges – Centro Universitário SENAC – Universidade Aberta de Portugal – FAPESP, São Paulo, Brasil
fernandacarlosborges@gmail.com

Isaura da Cunha Seppi – Universidade Aberta de Portugal – UNICAMP – Bolsa CAPES
São Paulo, Brasil.
isadisampa@gmail.com.br

Professor Ph.D. Vitor Cardoso, Universidade Aberta, Lisboa, Portugal
vjcardoso@gmail.com

 

Para tratar do corpo na realidade virtual, antes de tudo é preciso tratar do imaginário, já que os mundos construídos com as tecnologias digitais são um novo suporte para a ação do imaginário. Edgar Morin (1973) mostra como a evolução humana, depois de conquistado as habilidades sociais, fabricadora (fabers) e falante, irrompe outra característica que nos caracterizaria como sapiens-demens. Após o desenvolvimento da consciência das transformações do mundo, “a crença de que essa transformação alcança uma outra vida em que se mantém a identidade do transformado (renascimento ou sobrevivência do “duplo”) indica-nos que o imaginário irrompe na percepção do real e que o mito irrompe na visão do mundo.

 

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